Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal, Vol. 11, No 4 (2010)

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Desempenho e rendimentos de carcaça de cordeiros Ile de France desmamados com diferentes idades

Greicy Mitzi Bezerra Moreno, Américo Garcia da Silva Sobrinho, Rodrigo César Rossi, Henrique Leal Perez, André Gustavo Leão, Nivea Maria Brancacci Lopes Zeola, Severino Cavalcante de Sousa Júnior

Resumo


Objetivou-se, neste trabalho, avaliar o desempenho, medidas biométricas, rendimentos de carcaça e de cortes comerciais e os não-componentes da carcaça de cordeiros desmamados aos 45 ou 60 dias de idade e abatidos aos 32kg de peso vivo. Foram utilizados 16 cordeiros machos, confinados individualmente após o desmame, até atingirem peso vivo ao abate. Os cordeiros foram abatidos, e suas carcaças foram pesadas para determinação dos rendimentos de carcaça quente e verdadeiro. Os não-componentes da carcaça foram pesados separadamente e suas porcentagens, calculadas em relação ao peso vivo ao abate. Após 24 horas de resfriamento, obtiveram-se os rendimentos de carcaça fria e as perdas de peso por resfriamento. As meias carcaças foram seccionadas em cinco cortes comerciais. Não houve diferença para peso ao nascer (3,73kg); peso ao desmame (14,55kg); ganho de peso diário (0,283kg/animal/dia) e conversão alimentar (3,13). Cordeiros desmamados aos 60 dias apresentaram maior consumo de matéria seca (0,908kg/animal/dia), menor tempo de confinamento (56 dias) e menor idade ao abate (116 dias). O trato gastrintestinal e seu conteúdo representaram a maior porcentagem em relação ao peso vivo ao abate (17,25%). Houve diferença apenas para perdas ao jejum, com valores de 4,47 e 6,87% para os animais desmamados aos 45 e 60 dias, respectivamente. As idades ao desmame estudadas não alteram o desempenho, rendimentos e características quantitativas da carcaça de cordeiros abatidos aos 32kg, no entanto, cordeiros desmamados aos 60 dias necessitam de menor tempo de confinamento para atingir peso de abate, o que pode resultar em maior viabilidade econômica para o produtor.

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