Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal, Vol. 17, No 4 (2016)

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Composição química e degradabilidade in situ de silagens de capim-Marandu com farelo de babaçu

Clésio dos Santos Costa, Rosane Cláudia Rodrigues, Ricardo Alves de Araújo, Francisco Bruno Ferreira de Souza, Francisco Naysson de Souza Santos, Francivaldo Oliveira Costa, Marcônio Martins Rodrigues, Sanayra da Silva Mendes

Resumo


Objetivou-se avaliar a composição química e a degradabilidade in situ de silagens de capim-Marandu com farelo de babaçu. Adotou-se delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos (0, 5, 10, 15 e 20 % de inclusão de farelo de babaçu com base na matéria natural), com cinco repetições. Foram utilizados silos de PVC, adotando-se pressão de compactação de 550kg/m3. Para o ensaio de degradabilidade foi utilizado um ovino mestiço fistulado no rúmen, com delineamento inteiramente casualizado com arranjo em parcelas subdivididas, as silagens representam as parcelas e os tempos de incubação (6, 24, 96 e 120 horas) as subparcelas. O pH aumentou com a inclusão de farelo de babaçu, verificou-se efeito linear (P < 0,05) sobre o teor de matéria seca em função da adição do subproduto. Observou-se efeito quadrático sobreo teor de proteina bruta, com o valor máximo obtido com a inclusão de 17,16% de farelo. Os teores da fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido e celulose reduziram com o aumento da inclusão do farelo. A lignina e hemicelulose não foram influenciadas pelo uso do aditivo. O desaparecimento da matéria seca aumentou com o tempo de incubação. A fração solúvel e o máximo potencial de degradação foram observados nas silagens com inclusão de 20%. O farelo de babaçu comportou-se como ótimo absorvente de umidade, aumentou a proteína e reduziu a fibra, consequentemente, elevou o potencial de degradação das silagens.


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